“De Joelhos para chegar ao Céu” I Reis 8:54-61

Este ano desafiamos toda a Igreja a dar ênfase à oração. A oração que deve ser vista como de adoração a DEUS, de submissão à Sua vontade, de demonstração de fé, como momento de humilhação e declaração explícita e assumida da dependência absoluta do Pai e Senhor das nossas vidas.

Se orar é falar com DEUS, e daí resulta um diálogo que nos chega e anima a cada momento, então o que o Povo de Deus tem a fazer é dobrar o seu joelho em oração constante, numa entrega total diante do Trono da Graça Divina.

Um missionário conta uma história muito curiosa: certa altura na sua vida ele procurava dar testemunho da sua fé a um povo em África. Sem o saber, aquele povo era antropófago. A determinada altura, o missionário percebeu que tinha que fugir o quanto antes, porque viu como certa a preparação da sua morte. Durante a fuga, procurou um local para se esconder e começou a orar por isso. Encontrou uma pequena caverna que, embora pouco profunda, foi o local que lhe apareceu. Ao entrar ali, orou ao Senhor rogando-Lhe que, de forma miraculosa, passasse despercebido aos seus perseguidores. Para seu espanto viu que uma aranha começou a tecer uma teia na entrada da caverna. Inquiriu de DEUS: “Senhor, rogo por um milagre e tu envias-me uma aranha?” Passados alguns minutos, sentiu passos na sua direcção, percebeu que os perseguidores chegavam e ouviu um diálogo: “Será que se meteu na caverna?, Perguntou um”. “Não! Não vês que há uma teia à entrada da caverna?” e continuaram a perseguição.

DEUS ouve e DEUS responde. Estejamos atentos.

Alberto Carneiro